Instalação de carregadores para carro elétrico em toda a Espanha

Avaliamos a potência de que dispõe, dimensionamos a instalação para o que vai precisar daqui a cinco anos e executamo-la com legalização e diligências de rede incluídas. Depois, continuamos cá.

A maioria das instalações fica curta antes de se pagar

Um posto mal dimensionado não falha no primeiro dia. Falha quando o segundo vizinho compra um carro elétrico, quando a frota passa de quatro para doze carrinhas, ou quando o hotel encontra os seus dois lugares de carregamento ocupados todas as noites de agosto.

É o erro mais caro do setor: instalar para a procura de hoje em vez de para a de daqui a cinco anos. Ampliar depois custa muito mais do que prevê-lo, porque normalmente implica reabrir as valas, refazer as condutas e, no pior caso, pedir um aumento de potência que se podia ter evitado.

Os outros dois erros frequentes são igualmente evitáveis: instalar sem legalizar (o que deixa a instalação fora do regulamento e possivelmente fora do seguro do edifício) e escolher equipamento que só comunica com o software do próprio fabricante, o que prende a rede a um fornecedor para sempre.

O custo de uma instalação não é o que paga para a instalar. É o que paga quando a quer ampliar.

Uma instalação completa, não apenas o carregador na parede

Trabalhamos com um âmbito fixo. Estes sete pontos estão sempre no projeto, sem rubricas a aparecer a meio da obra.

Estudo da potência disponível

Medimos a ligação real e calculamos a margem livre antes de propor o que quer que seja.

Dimensionamento com margem de crescimento

Definimos a instalação para a procura esperada, não apenas para os pontos do primeiro dia.

Condutas e obra civil

Preparadas para ampliar sem voltar a abrir.

Memória técnica ou projeto completo

Consoante a potência da instalação, de acordo com a ITC-BT-04.

Legalização perante a administração

Certificado de instalação elétrica e registo na região correspondente.

Diligências com o operador da rede de distribuição

Alteração de potência ou nova ligação quando necessário.

Arranque e registo na plataforma

Ensaios, configuração de tarifários e acessos, e entrega documentada.

Como trabalhamos, fase a fase

  1. Estudo técnico · sem custo

    Visitamos o local, analisamos o quadro elétrico e medimos a potência disponível. Com isso dizemos-lhe quantos pontos cabem, a que potência, e se a ligação precisa de ser aumentada. Saímos com um número, não com um intervalo.

  2. Proposta e dimensionamento

    Definimos o esquema da instalação. A ITC-BT-52 admite várias configurações possíveis em garagens de condomínio (desde uma derivação individual a partir de cada contador até um circuito coletivo com contagem própria) e a escolha pesa tanto no custo inicial como na facilidade de ampliar depois. Explicamos qual propomos e porquê.

  3. Licenciamento e legalização

    Tratamos de todo o processo: memória técnica ou projeto consoante a potência, certificado de instalação elétrica, registo perante a autoridade competente da sua região e, se aplicável, o pedido de alteração de potência ao operador da rede de distribuição. Cada região tem o seu procedimento e os seus prazos.

  4. Execução

    Instalação, condutas e cablagem. Coordenamo-nos com o proprietário ou com a administração do condomínio para reduzir ao mínimo o incómodo na garagem. A execução vai de cerca de três dias numa moradia unifamiliar a uma semana num projeto com obra e tramitação.

  5. Arranque

    Ensaios de carga reais, configuração de tarifários e permissões de acesso, registo na plataforma de gestão e entrega da documentação completa. A partir daqui a rede está operacional e monitorizada.

Instalação em garagem de condomínio, moradia unifamiliar ou empresa

Um condomínio precisa de repartir a potência entre lugares sem aumentar a ligação. Uma estação de serviço precisa que o seu carregamento rápido esteja disponível 100 % do tempo. Um hotel precisa que o hóspede possa carregar sem se registar em aplicação nenhuma. Não se resolvem da mesma maneira.

O que convém decidir antes de instalar

Potência: de quanta precisa realmente

Um veículo elétrico médio recupera muito mais em oito horas de carregamento noturno a 7,4 kW do que percorre num dia normal. Para carregamento privado e de colaboradores, o carregamento em corrente alternada a 7,4 kW monofásico ou 11-22 kW trifásico cobre praticamente todos os casos.

O carregamento rápido em corrente contínua faz sentido onde a rotação é alta e a paragem é curta: estações de serviço, corredores de trânsito, frotas em turnos encadeados. É um investimento maior, com necessidades de potência muito superiores, pelo que só o propomos quando o padrão de utilização o justifica.

Balanceamento de carga: a alternativa a aumentar a ligação

A pergunta que mais nos fazem é se é preciso aumentar a potência contratada. Na maioria dos casos, não. Com balanceamento dinâmico de carga o sistema reparte a potência disponível entre os pontos a carregar em cada momento e adapta a entrega em tempo real ao que o resto do edifício está a consumir.

Isso permite instalar mais pontos do que a potência contratada admitiria se todos carregassem em plena capacidade ao mesmo tempo, o que na prática quase nunca acontece.

Equipamento: porque não o prendemos a um fabricante

Instalamos carregadores que comunicam pelo padrão OCPP. Isso significa que a rede pode ser gerida a partir da nossa plataforma ou de qualquer outra compatível, e que a poderá ampliar no futuro com equipamento de outro fabricante sem refazer nada.

Um carregador que só comunica com o software do próprio fabricante é uma decisão que se paga três anos depois.

Legalizada, não apenas instalada

Uma instalação de carregamento tem de cumprir o Regulamento Eletrotécnico de Baixa Tensão espanhol e, em particular, a ITC-BT-52, que trata especificamente das infraestruturas de carregamento de veículos elétricos. Tem também de ser registada junto da autoridade industrial da região.

Esse registo não é opcional. Sem ele a instalação fica fora do regulamento, pode não estar coberta pelo seguro do edifício e, no que toca a apoios, não é elegível.

O procedimento muda de território para território: administração diferente, portal diferente, documentação diferente e prazos diferentes. Tratamos do processo completo em qualquer um deles.

Boa parte da instalação pode ser subsidiada

Os planos estatais e os programas regionais cobrem uma parte significativa do custo da instalação, mas cada região lança o seu concurso com os seus prazos, a sua documentação e o seu orçamento. Apresentamos a candidatura e acompanhamo-la até à decisão.

Uma condição primeiro: a instalação tem de estar devidamente legalizada. É o motivo de recusa mais frequente.

Instalamos para ficar

No dia do arranque tudo funciona. O problema aparece depois: cai a ligação, um utilizador força o conector, o firmware fica para trás, muda o tarifário elétrico e ninguém ajusta os preços.

Por isso monitorizamos cada ponto que instalamos e respondemos a qualquer incidente sem esperar pela sua chamada. Não somos um instalador que entrega e desaparece.

Perguntas frequentes sobre a instalação

Quanto custa instalar um posto de carregamento?

Depende da distância ao quadro elétrico, do tipo de instalação e da potência. Uma instalação individual numa moradia e uma instalação coletiva numa garagem de sessenta lugares não têm nada em comum. No estudo técnico damos um preço fechado, com obra e licenciamento incluídos, para que não apareçam rubricas a meio do projeto.

É preciso aumentar a potência contratada?

Na maioria dos casos, não. O balanceamento dinâmico reparte a potência disponível entre os pontos ativos e adapta a entrega ao consumo real do edifício. Só propomos um aumento quando a procura simultânea esperada ultrapassa de forma sustentada a margem disponível, e nesse caso apresentamos o pedido ao operador da rede de distribuição.

Quanto tempo demora a instalação?

A obra em si costuma ser rápida. O que fixa o prazo global é a tramitação: projeto, legalização perante a administração e, se aplicável, diligências com o operador da rede de distribuição. Uma instalação numa moradia unifamiliar costuma resolver-se em três dias; um projeto em condomínio ou em empresa, numa semana.

Pode instalar-se num condomínio sem votação em assembleia?

Para uso privativo no seu próprio lugar, sim. A lei espanhola da propriedade horizontal permite a instalação com comunicação prévia à administração do condomínio, sem aprovação em assembleia. Quando a instalação é de uso partilhado entre vários proprietários, é necessário um acordo.

E se quiser mais pontos mais tarde?

Depende de como a instalação original foi dimensionada. Preparamos as condutas e o esquema elétrico para admitir ampliação, de modo que acrescentar um ponto seja uma questão de ligar e configurar, não de voltar a abrir a garagem.

Com que fabricantes de carregadores trabalham?

Trabalhamos com equipamento compatível com OCPP, que é o padrão de comunicação do setor. Escolhemos o modelo conforme o caso (potência necessária, condições de instalação, exposição às intempéries) e não prendemos a rede a um único fornecedor.

Podem instalar fora de Espanha?

Sim. Trabalhamos no sul da Europa e na América Latina. Gerimos redes espalhadas por vários países a partir de uma só plataforma.

Comecemos por saber que potência tem

O estudo técnico não tem custo nem compromisso. Saímos de lá com um número de pontos, uma potência e um orçamento fechado.

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